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Com entrada em circuito nacional no dia 18 de janeiro, a nova produção de Adam Robitel, Sobrenatural: A Última Chave, é mais uma sequência da série Sobrenatural e segue a mesma linha usual, porém, novamente, sem superar o primeiro filme. Esse novo longa-metragem apresenta o demônio que Elise (Lin Shaye) libertou quando ainda era criança e conta um pouco mais sobre a história dela.

No geral o filme tenta focar no jump-scare, mas não é muito bem sucedido, sendo mais tenso do que propriamente assustador. A trilha sonora é, como sempre, um instrumental que dá aquele ar de tensão a quase todo momento, o que não é muito surpreendente. Quanto à direção e roteiro são feitos de uma forma um pouco diferente do último filme, pois ao longo da história flashbacks da vida de Elise são mostrados, o que não aconteceu nas últimas sequências, e foi um ponto positivo pois é mais fácil de entender os problemas que acompanharam Elise e sua família durante sua vida e como estão associados ao demônio.

A atuação de Lin foi a usual, boa, porém não excelente, o mesmo serve para Leigh Whannell (Jogos Mortais) e Angus Sampson (Mad Max). Porém destaque para Spencer Locke (Resident Evil) que atuou muito bem, como já esperado.

Por fim, Sobrenatural: A Última Chave tem seus pontos positivos, como o demônio da vez e as atuações, relativamente boas, mas no geral é previsível e com certeza não supera o primeiro filme. Está mais para um filme de suspense do que para um de terror.